Um roteiro legal para Lisboa

Vi esse roteiro no site Turomaquia (http://bit.ly/aIiAF4), achei muito legal. Vou ver se dá pra fazer

Dia 1
Pegue o eléctrico 28 no Largo Martim Moniz e desça no Largo da Graça, é rapidinho. Para curtir o “bonde” por mais tempo, o melhor é pegá-lo na Basílica Estrela. Este sim será um super passeio por Lisboa.

Do Largo da Graça se alcança rapidamente o Castelo de São Jorge. Dos mirantes do castelo se entende a cidade que aparece esparramada diante dos nossos olhos. Desça caminhando, afinal não é nesse momento que todo santo ajuda?! Vá pelas Portas do Sol até o Mirante de Santa Luzia. Local perfeito para uma pausa, um cafezinho e um bolinho de bacalhau.

Do mirante em poucos minutos estamos diante da . Espere na rua lateral em frente à igreja, o 28 passar e conseguirá aquela foto tradicional, onde o eléctrico aparece emoldurado pela catedral.

Continue descendo até a Rua Augusta, coração da cidade. Vá até o Elevador de Santa Justa. Não há fila? Se quiser suba com ele, ou caminhando. Detrás se veem as escadarias que te levarão até o Convento do Carmo.

Descendo do Convento até o Rossio, escolha uma das muitas pastelarias. Afinal, a gastronomia local faz parte das descobertas de uma viagem. O que vem depois dependerá do gosto de cada um. Pegue o metrô até o Museu Gulbenkian ou até o Museu Nacional do Azulejo.

Se decidir pelo Museu Gulbenkian, não deixe de fazer uma boquinha na Pastelaria Azul. À noite, é hora do fado. Reserve antes da viagem um lugar na Mesa dos Frades.

Dia 2
É hora de pegar o eléctrico para outro lado da cidade. O melhor é pegar o 15 no seu ponto inicial, a Praça da Figueira. Para ir sentado e desfrutando da paisagem até Belém. A maioria das pessoas espera o 15 na Praça do Comércio (que é a seguinte parada). Desça na  Torre de Belém. Depois de visitá-la, caminhe até o Padrão dos Descobrimentos.

Na frente do Padrão, utilize a passagem subterrânea para os jardins do Mosteiro dos Jerônimos. Mas antes de entrar neste Patrimônio Mundial da Humanidade, vá à outro lugar excepcional, seu estômago agradecerá. Na Pastelaria de Belém não prove apenas os indescritíveis pastéis de nata. Os pasteis de massa tenra e os bolinhos de bacalhau são deliciosos.

Após este momento felicidade total, entre no Mosteiro (antes passe na igreja com acesso onde está a fila da bilheteria). Na saída, eu voltaria a Pastelaria de Belém, mas antes se o tempo permite, visite o Museu Nacional de Coches (carruagens, a melhor coleção da Europa) ou o Centro Cultural Belém.

Nesta segunda noite, depois do espetáculo da noite anterior, mude os esquemas e se atreva com um fado vadio. Locais em que todos podem cantar. Dizer todos, é faltar com a verdade, porque cantam aqueles que “podem” cantar! Por sugestão do Ricardo Freire, vá à Tasca do Chico.

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