De repente, o fado

Ontem fomos no “elétrico” 28 até o Castelo de São Jorge. Depois eu falo dele, mas agora quero contar que fizemos a proeza de descer pela Alfama a pé. Eram umas 8 da noite, começava a escurecer. Dai descobrimos um botequinzinho pequeno e bem “tchípico”. Entramos com vontade de tomar um vinho e comer algo tambem bem “tchípico”. Chama-se Restaurante Estrela da Sé e entramos também porque tinha uma estrela desenhada na porta e nos lembrou nossa estrela.

Precisava ver a cara de mal humor dos donos/atendentes. Um casal jovem, mas que não mostravam os dentes nem sob tortura. Pedimos um porto com queijo (pelo qual pagamos 4,80 euros). E Ary aprendeu que os portugueses são básicos, como dizia Zé Simão. Ele pediu “me traga uma agua, por favor”. E o cara trouxe uma agua e um copo, ora! Se ele quisesse agua pra nós dois, deveria pedir uma garrafa de agua e dois copos! Se pede UMA agua, é UMA agua, e não duas, não é mesmo.

Mas a cara enfezada dos donos nos colocou prá fora e continuamos a descida. Foi quando encontramos o “Vossemecê”, um restaurantezinho 10!! Ele esta em um predio antigão, mas que foi restaurado e manteve uma coisa antiga com toques modernos, que deu um charme todo especial ao lugar. E para completar estava começando um show de fadistas.

Comi o melhor bacalhão grelhado de Portugal, ouvi musicas e cantores divinos e pra terminar ainda nos serviram Ginjinha por conta da casa!

Uma consideração sobre “De repente, o fado”

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