No meio do caminho havia mil pedras

Nosso rumo agora era deixar Diamantina e seguir para S. Gonçalo do Rio das Pedras, distante 33 kms. Todas as informações que tinhamos era que a estrada era “de chão” e tinha uns trechos meio ruins, de modo que nossa previsão deveria ser gastar 1 hora e meia nesses 33 kms. E lá fomos nós…

… viver 1 hora e meia de terror, suspensas no ar, com os olhos vidrados na estrada. Por que? Porque a estrada é um horror!!!!!! Mesmo Fá, motorista com graduação e pós-graduação em estradas, além de um pós-doutorado em uma estrada para Nova Cruz vindo do Bananeiras, que tomamos outro dia, mesmo ela ficou passada com aquela coisa cheia de pedras, de curvas em subida com passagem para apenas um carro, que chamam estrada. Ficou com “uma trauma”, a minha amiga.

Quando chegamos, foi o maior alívio e um ufffffff conjunto.

Se voce quiser ir de Diamantina para S. Gonçalo pela estradinha de terra, se prepare. Uma 4×4 ajuda muito, sangue frio também.

Nos poucos momentos em que olhamos para os lados vimos que o lugar é lindo, com umas montanhas de uma pedra escura.

Ah, e preciso dizer que essa estrada é toda marcada com o simbolo da Estrada Real, aberta na época das minerações. Ela sai de Diamantina e termina em Paraty e era o caminho único e exclusivo dos tropeiros que carregavam as pedras preciosas. El Rey proibia outra estrada com medo que lhe roubassem.

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