Inveja boa do velho mundo

Tudo bem, eles tem muitas centenas de anos mais do que nós, mas tem coisas por aqui que morro de inveja. Uma delas é essa coisa de voce pegar uma bicicleta, sair rodando e depois deixar em outro estacionamento. Bom, se eu morasse por aqui não iria usufruir disso porque sou uma “analfabeta ciclistica”, não sei andar de bicicleta, nunca aprendi e não vai ser agora, na senilidade, que iria aprender. Mas que acho muito bacana, acho.

 

 

 

 

 

 

 

Outra é o sistema de toilletes públicos. Uma beleza. Em pontos estratégicos da cidade há banheiros, grandes, automáticos, limpos. Quando fui experimentar minha claustrofobia deu uns sinais. Como eu iria ficar trancada naquele negocio redondo de metal? E se não abrisse mais? Pedi a Ary pra ficar atento, que qualquer coisa eu esmurraria a porta. Mas, nada. Não é claustrofóbico. É um espaço grande, com lavatorio e até um espelho pra retocarmos o batom. E o legal é o seguinte: sai a pessoa, a porta fecha automaticamente para a limpeza, depois de tudo limpo é liberado a entrada da próxima pessoa. Como diria o amigo de Fá, “primeiro mundo”!

Uma consideração sobre “Inveja boa do velho mundo”

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