Quem não conhece o Sujinho, não conhece São Paulo

A primeira vez que ouvi falar do Sujinho foi em finais dos anos 70, quando nós, na contramão da onda, vinhamos do Rio passar os finais de semana em São Paulo. Rezava a lenda que era um lugar que nunca fechava e era frequentado por jornalistas e senhoritas de má fama e vida difícil.

Gostávamos do Sujinho primeiro porque era um lugar de comida farta e barata e, depois, porque parecia muito com os botequins do Rio de Janeiro, no seu jeito descontraído, nas paredes com azulejos e ventiladores no teto.

Pois ele continua assim até hoje: simples, descontraído, agradável. Parece que as “meninas” não aparecem mais, mas, será que ainda existem “meninas” na cidade? Numa época em que os restaurantes teimam em cozinha contemporânea, seja lá o que isso signifique, ele continua com a cozinha brasileira autentica. Criou fama de ter a melhor bisteca da cidade, e tem mesmo. É uma bistecona do tamanho do prato, carne suculenta e assada na medida. Mas o cardápio é enorme, tem qualquer coisa e se não tiver a cozinha dá um jeito. Voce come e ao final não sai com a sensação que foi enganado.

Quando o conheci ele situava-se na Consolação, onde ainda está até hoje, mas agora tem uma filial do outro lado da rua e uma outra no centro da cidade. E agora, na Rua Maceio, do lado da Consolação, tem uma Hamburgueria Sujinho. Novos tempos.

Para terem uma ideia do cardápio:

Para saber mais: http://www.sujinho.com.br/

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