Enfim, Chile, vou voltar

Nossa estadia foi curtíssima. Seis dias, ainda mais pegando os feriados de final de ano, apenas dá pra marcar o que quer se ver da próxima vez.

A impressão geral é que o chileno é um povo afável, sem a arrogância do portenho, com um sotaque espanhol também diferente dos argentinos e um timbre de voz mais agudo. Olhar pro lado e ver a cordilheira é algo fantástico. Já o rio Mapocho, que corta a cidade, tadinho, é barrento e estreito. Disse nossa guia que ele é um rio que desaparece, segue seu rumo até as montanhas e lá mergulha e se torna um rio submerso. Interessante. Ficamos com vontade de segui-lo até vê-lo desaparecer.

Rio Mapocho

Ficamos completamente enrolados no começo com a quantidade de zeros que tem a moeda, o peso chileno. A conversão desses últimos dias de 2013 era de 1 dólar comprar ao redor de 510 pesos e 1 real comprar ao redor de 200.

Os preços em Santiago não são baratos. Uma refeição media, para dois, incluindo bebida sai por cerca de 50.000 pesos, ou seja, 250 reais. Se voce tomar 5 cervejas longneck, gastará o equivalente a uma garrafa de vinho chileno. A cerveja custa em torno dos 3.000 pesos e o vinho que compramos na Matetic foi 12.000.

Comemos num restaurante simplérrimo, na beira da estrada, chamado “Los Hornitos”. Comida típica, chão de areia, paredes de troncos. Comemos umas costelas de porco deliciosa e tomamos o vinho Pinot, que me enganou porque era Cabernet Sauvignon. Pagamos 35.000 pesos, ou seja, quase 180 reais.

Los Hornitos

Em final de dezembro faz calor. Não é um calor insuportável como o de Mérida, mas, tal como em Tilcara, o sol chega lá em cima e para, de modo que se voce sair ao meio dia ou as 3 da tarde vai encontra-lo quase no mesmo lugar. Quando dá umas 8 horas (noite? tarde?) ele se toca que tem que dar lugar a noite e se manda.

Essa temperatura ai não é real, pelo menos não era a sensação térmica

O reveillon na cidade de Santiago não existe, Ou pelo menos não é como no Brasil. As pessoas são proibidas de soltar fogos que façam barulho. Muita gente se reune em uma praça, chamada Praça da torre da Entel, e assistem uns fogos de artiício. Depois voltam pra casa. O interessante é que usam ornamentos como se fosse carnaval, tipo fantasias, confete, serpentina, máscaras.

O fato é: será preciso voltar, tem muito para conhecer ainda.

Uma consideração sobre “Enfim, Chile, vou voltar”

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