O lado chic de Roma

Traçamos o nosso roteiro de hoje em um circuito que começava na Fontava de Trevi, seguia para a Piazza Spagna e terminava na Piazza del Popolo, tudo feito a pé a partir de nosso Hotel, que, como dá prá notar, é super bem localizado.

Hoje andamos por menos becos, apesar de serem ruas estreitas e sem calçadas em sua maioria. E nesse entra e sai, de repente nos deparamos com a Piazza Colonna, com a magnífica Coluna Antonina. Sua beleza está nas esculturas em baixo relevo que estão em toda a extensão, em espiral, contando as vitórias de Marco Aurélio, dai porque também é conhecida por Coluna de Marco Aurélio.

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E seguimos. Em certo momento, deixamos o mapa de lado e resolvemos seguir o fluxo de gente. Eu já toda animada para refazer a cena de Anita Ekberg dentro da fonte e chamando “Martchelo”,”Martchelo”! (revista recentemente no lindo filme Fred e Elsa). Inesquecível. Pois bem, dobramos uma esquina e vimos uma multidão aglomerada ao redor de uma grade. A Fontana está em obras…Que decepção… Mas, tem um lado bom, como dizia Polianna, vemos ter que voltar a Roma para ver essa bendita fonte restaurada!

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Seguimos na direção da Piazza de Spagna. Por ali já fomos vendo as lojas de grifes. Estávamos na onda de sentar um pouco nas suas famosas escalinatas e ficar vendo o povo passar. E ai, o que aconteceu???? Fechada para obras! Aaaaaarghhhh! Bom, a Piazza de Spagna é uma escadaria e uma escultura de Bernini, que aliás é linda. Nas circunvizinhanças da praça todo o comércio chic, alinhadérrimo. Um dos vestido (horroroso, por sinal) na vitrine da Prada custava a simples cifra de 17 mil e tantos EUROS. Na Dolce e Garbana tinha uma “coisa”, que duvido que alguem saia vestido com aquilo. Alem das grifes, os restaurantes são chics, os cafés são chics, enfim, não é nossa praia.

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Mas valeu por vermos mais essa escultura linda, que, dizem os livros, se situa no período inicial do barroco.

Na ida para a Piazza del Popolo, seguimos pela Via Condotti, onde está o comércio para ricos (ou riquíssimos, tipo esse povo que tem dinheiro escondido nos paraísos fiscais). E entramos na Via del Corso, onde o comércio já é mais “comprável”, com lojas mais acessíveis como a GAP e a H&M. Conto prá voces que nada me bateu o coração em termos de roupa, aqui em Roma. Umas coisas muito “over” pro meu gosto minimalista.

A Piazza del Popolo é uma circunferência imeeeeeensa, com um obelisco no meio que, adivinhem… estava em obras! E ao lado da praça a Igreja del Popolo, com uma fachada simples, mas com um acervo maravilhoso. A gente nunca imagina que naquela igrejinha vá encontrar duas obras maravilhosas de Caravaggio, bem representativa do seu “chiaroscuro”: a Crucificação de Pedro e a Conversão de Paulo. Lindos!

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E encerramos o nosso dia dando as boas vindas a companheira Giovana e comendo uma pizza de massa fininha e com as bordas queimadas. E de garfo e faca.

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