E ai encontramos Amalfi

Saímos para Amalfi, de ônibus, pelas estradas despenhadeiras. São apenas 16 km, mas se gasta uma boa meia hora pra chegar. E a nossa viagem foi completamente “com emoção”. Em determinado momento, numa das curvas de 90 graus, vinha outro ônibus. De um lado a ribanceira, do outro a montanha e no meio uns 10 cm pros ônibus manobrarem. Cara, foi tenso. Mas a turma era animada, e quando nosso motorista conseguiu passar aplaudimos e gritamos “bravo!”. Antes disso, ele precisou parar o ônibus pra uma senhora descer, depois de ter enchido uns 3 sacos de plástico de vômito, “mareada” com as curvas.

Enfim chegamos, e assim que vimos a cidade, dissemos “é aqui!”. Para o nosso gosto, para nossa maneira de viajar, Amalfi é muito mais interessante que Positano. Não é exatamente um postal, mas tem vida, é um lugar onde pessoas moram. É como se Positano fosse aquela mulher que se arruma toda e não deixa uma ruga aparecer, mas todo dia tem sempre a mesma cara. Amalfi mostra suas rugas, e se transforma, e é alegre e não tá nem ai para que a achem feia ou bonita. E isso ficou claro quando vimos roupas penduradas nas varandas, em pleno lugar onde passam os turistas.

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O principal “point” de Amalfi é a praça da Basílica de Santo André. Linda, ela lembra a de Firenze. Diz que é ai que o santo está enterrado e que seu osso occipital está atras do altar (arrgh! quero ver, não).

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Subir os degraus faz parte e tomar um café na praça tambem. Sentar em um dos lugares e ficar vendo as modas, os turistas bobões (que nem nós), um monte de japones e seus indefectíveis “sticks” (provavelmente com tecnologia mais moderna que bluetooth). Adoro tudo isso.

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Mas, além disso, Amalfi tem becos. Beco, beco mesmo, daqueles que só passa gente. Que são meio que escavados nas rochas e que parece que voce está passando por pequenos túneis. E é ali que estão as casas das pessoas. É um intrincado de beco, subindo descendo, se bifurcado, se trifurcando, que dá medo de se perder por ali.

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Amalfi tem uma rua de comércio vibrante, com lojas finas, mas também com camelôs, quinquilharias (comprei um colar vermelho lindo, de um indiano idem… hehehehe), restaurantes, biroscas, enfim, massa!

O fato é que, no final da tarde, ao voltarmos, ficamos chateadas de ter que voltar para aquela cidade asséptica onde nos hospedamos.

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