O cirílico e a volta à infância 

É uma sensação terrível a gente olhar para uma palavra e não ter a menor idéia do que ela significa. Quando estivemos no sudeste asiático, com países de alfabetos incompreensíveis, também não entendíamos, mas era uma coisa tão diferente, porque eles são tão desenhadinho, cheios de floreios, que a gente nem tenta, e só acha bonitinho. Aqui foi o desafio do cirílico, esse alfabeto maluco que tem letras ao contrário, números que valem letras, letras de cabeça pra baixo, tudo isso misturado a letras normais. É de enlouquecer!

Meu primeiro impulso foi tentar fazer as correspondências com o nosso alfabeto, saber que som teria aquelas letras diferentes. E aí me senti como uma criança aprendendo a ler, decifrando letra por letra e ficando feliz quando conseguia entender a palavra.

Nisso aprendi que em cirílico meu nome se escreve Bepa. Porque o B tem som de V e o P de R. E qual o que tem som de B? Uma letra doida que parece um 6! O 3 invertido é Z. Achei um barato isso é fiquei fotografando tudo que me permitisse fazer a correspondência com algo inteligível. 

Aqui só consegui entender o Veliko Tarnovo

Dai que achei esse site, que explica melhor:http://www.infoescola.com/comunicacao/alfabeto-cirilico/

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