Tomar, a cidade

Claro que não vale a pena visitar uma cidade com tanta história pra se hospedar na parte moderna. Porque Tomar tem sim uma parte moderna. Podemos dizer que o rio Nabão divide a cidade em sua parte histórica e sua Marte moderna, apesar de ainda encontramos do lado novo o Mercado Central, que não é tão novo, mas é muito legal. 

Então vamos falar da parte antiga, a que fica aos pés do Castelo dos Templários, de modo que pra onde a gente anda, lá está ele a nos acompanhar. A parte central é aonde está a Igreja de S. J. Batista de um lado e a Prefeitura do outro. É uma enorme esplanada com cafés simpáticos e algum comércio. Mas é nas ruazinhas estreitas que saem dessa praça que esta o comércio mais diversificado, sobretudo na Rua Serpa Pinto, onde estão lojas e bons restaurantes. Nos impresssionou o número de cabeleireiros, praticamente um a cada dois quarteirões, com exagero e tudo.


Achamos as coisas em Tomar bastante baratas, em relação a outras cidades portuguesas. Pode-se comer bem a 8 euros o prato e beber um bom vinho regional por 5 euros. Em um restaurante meio chiquitoso, tomamos um bom minestrone por 2,50 euros! 

Além do Castelo e do Convento visitamos o Museu do Fósforo. Aprendi que chama-se filuminismo a dedicação a esse tipo de coleção. O museu é interessantíssimo. Tem mais de 40 mil itens, de todo o lugar que você possa imaginar, desde Portugal, onde havia uma Fábrica Nacional de Fósforos, até países orientais e africanos. Claro que fui procurar na estante dedicada ao Brasil os que conheci na minha infância: Pinheiro e Beija Flor. E estavam lá! Mas, para mim, os mais lindos foram os franceses. Enfim, para quem curte coleções, essa é imperdível. 


No mesmo pátio há uma oficina de azulejos, com exposições e artigos para vender, mas não achei nada de muito extraordinário.

Da mesma maneira é a tal Sinagoga, que está em todos os guias como local a ser visitado. Não vá, não vale a pena. Trata-se de um salão quadrado, com uma falsa abóbada, algumas cadeiras é um altarzinho na frente. Se quiser ir, chegue na porta, olhe e você já viu tudo. Nem foto merece.

Em Tomar alugamos um carro e fomos bater perna pelas cidades próximas, mas isso é assunto pra outro post.

Uma consideração sobre “Tomar, a cidade”

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