Um rolé em Glasgow

Nosso voo para Islândia saiu de Glasgow, o que nos permitiu um rolezinho por lá, rapidinho, uma vista d’olhos apenas para sentir o clima.

Em relação a Edimburgo, Glasgow é uma cidade jovem. Foi praticamente construída no reinado da Rainha Vitória e a austeridade vitoriana pode ser observada facilmente nos edifícios da região central da cidade. Mas, é também uma cidade jovem pelo enorme número de jovens que circulam pelas suas três universidades, todas públicas e gratuitas. Dai que o “clima” da cidade me pareceu ótimo: poucos turistas e muitos jovens.

Deu para conhecer o belíssimo prédio da Prefeitura, com suas escadarias em mármore italiano…

… a Catedral, dedicada a São Mungo (nunca tinha ouvido falar!). Mais gótica, impossível.

… a estátua em homenagem a David Livingstone, explorador inglês, aquele do “Dr. Livingstone, I presume” (reza a lenda que em uma de suas viagens à África o Dr. Livingstone se perdeu. Dias depois ele é encontrado por Henry Stanley, que, britanicamente lhe faz a famosa pergunta, com sotaque é tudo).

… e o Museu Kelvingrove, que morri de pena não ter tempo para visita-lo.

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