O sol da meia noite

Por aqui a proporção que vai se aproximando o verão o sol vai se pondo cada dia mais tarde e nascendo cada dia mais cedo, tornando os dias mais longos.

Observamos isso muito bem uma vez que desde o navio era mais fácil olhar o horizonte. Não chegamos a ver o sol não se pôr porque estamos viajando em maio, ainda faltando quase um mês para o verão, mas foi lindo e extremamente perturbador ver um deslumbrante pôr do sol às 23:30. Sobretudo porque dali a menos de 3 horas ele viria a nascer de novo.

A verdade é que nunca escurece. Ver estrelas, nem pensar. Por consequência, aurora boreal também não. Há sempre uma luminosidade no céu, como se estivéssemos em um eterno anoitecer (ou amanhecer). Isso perturbou intensamente o meu ritmo circadiano. Eu acordava às 2 da manhã achando que já tinha amanhecido e não conseguia dormir mais.

No inverno dá-se justamente o contrário: de novembro a janeiro o sol não nasce. Imagino que fique uma claridade semelhante à essa, mas com a diferença de que dura pouco tempo, com as noites super longas. Acho que eu não suportaria essa obscuridade por tanto tempo, mas gostaria muito de ver. Por uns 3 dias, talvez.

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